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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz ano novo e Lindsay Lohan

Feliz ano Novo
E, como ultimo post de 2010, eu vou falar de duas coisas.
Primeiro, o ano Novo. Espero que , em 2011 as coisas sejam BEM melhores para todo mundo, que todos nós entremos em  2011 sem os problemas que 2010 nos trouxe, mas com os presentes que ele nos deu. Quero agradecer a 2010 por me ensinar que certos amigos eu jamais perderei, que existem coisas mais importantes do que o amor a dois, que quando alguém diz que gosta de mim, pode não estar falando sério e que por mais que pessoas especiais saiam da minha vida, outras MUITO melhores ocuparão seus lugares.  Então, caso alguém tenha lhe deixado esse ano, querido leitor/leitora,  não se preocupe. Quando menos esperar, você não sentirá mais falta dessa pessoa. Então, quando os fogos subirem, e o ano virar, não pensem nos problemas que 2010 trouxe. Deixem eles de lado, e entrem com alegria em 2011.

 Agora , cara QUE SACANAGEM É ESSA?

PORRA! Me desculpem o palavrão, mas esse post não é um crítico então
Cara, eu não sou um grande fã de Lindsay Lohan, só gostava dela cantando e nos filmes, mas nunca procurei saber nada dela. Lindsay tem entrado em roubadas, uma atrás da outra, nos últimos anos, e a Imprensa nunca deu tempo para ela. É como se estivéssemos revivendo os tempos de loucura de Britney Spears, em que a Imprensa ficava colada na coitada. Assim como a Mídia constrói, a Mídia destrói, e Lindsay está sendo só mais uma prova disso. Sua vida será satirizada no cinema, algo que realmente é desnecessário. É meio óbvio que Charles Casillo já começou com um Marketing forte para seu filme, ao anunciar que se basearia na vida de Lindsay para fazer seu filme. Isso era necessário? Humilhar mais esta mulher? Sim, ela errou, mas são erros da vida particular dela, a qual a Imprensa não teve dó nem piedade, ao acompanhar tudo em tempo real.
 Estou realmente inconformado com essa história. Lindsay virou uma piada para a Mídia Estadunidense, uma vez que até o roteirista da série “Glee” decidiu fazer uma brincadeira de muito mal gosto no sétimo episódio da segunda temporada, na cena em que “Holly Holiday”, interpretada por Gwyneth Paltrow, para ensinar seus alunos a falar o numero 5 em espanhol, diz “Lindsay Lohan es bien loca no?”(...) “¿ Cuántas veces ha assistido Lindsay Lohan en rehabilitación? Cinco veces!”. Segundo a mãe da atriz, Lindsay estaba assistindo o programa e, no momento em que seu nome foi citado de tal forma, ela ficou realmente triste.
 Os erros de Lindsay Lohan pertencem a ela, e não cabe à esses tipos de pessoa, ficar perseguindo e fazendo de algo que já está ruim, ainda pior. Os erros dela não justificam os seus!
 Bem, era isso que eu tinha para falar hoje. Assim como torci por Demi Lovato (que não está mais internada segundo uma amiga minha) eu torço por Lindsay.
 Até ano que vem gente -q
                                                                

Camp Rock 2: The final Jam foi um grande acerto da Disney

 Oi gente tudo bem?
Eu estou finalmente tomando vergonha na cara, e fazendo esse post, e a Disney tomou vergonha na cara e não ofereceu apenas outro HSM da vida com “Camp Rock 2”. Eu havia prometido ele lá nos primórdios do Blog, onde ainda era uma novidade todo o acontecimento com a coitada da Demi Lovato, e agora estou preparado para escrevê-lo.


 Quando Camp Rock foi lançado, acabou sendo uma grande decepção por muitas coisas. As atuações de Meaghan Martin e Joe Jonas deixavam muito a desejar. A história era meio parada, o romance falso entre Mitchie e Shane era intragável e os personagens que chamavam mais atenção como Peggy, ou como se descobre mais para frente, Margareth Dupreé, acabavam não tendo muita participação. O enredo era fraco, e tirando Gotta find You, em que Joe mostra sua incapacidade de atuar, Here i am, onde Peggy recebe o destaque merecido, mostrando a voz linda que,  e This is me onde Demi Lovato conseguiu conquistar a maioria de seus fãs, as outras não eram tão marcantes. Nem a música/cena da vilã  Tess Tyler, nem o número final “We Rock” consegue empolgar o telespectador.
 Mas com Camp Rock 2 muitas coisas mudaram. Ao perceber que o projeto poderia dar certo, graças ao carisma de Demi e as fãs que os Jonas já haviam conseguido anteriormente, a Disney investiu MUITO nesse novo filme. Nota-se isso logo no início, onde vemos o visual MUITO melhorado de Mitchie (Demi Lovato), e logo em seguida, o de Tess (Meaghan Martin). Tirando Tess da “vilania” e passando-a para uma coadjuvante, o roteirista precisou criar um novo vilão, e dessa vez, teria que ser um que mexesse com a estrutura do acampamento. Para isso, o ator Danien Kash entrou para o elenco, dando vida a Axel Turner, um antigo companheiro de banda do dono do acampamento Camp Rock. Abrir uma concorrência para os mocinhos é muito a cara da Disney, mas é a partir do momento em que a primeira fogueira acaba, que percebemos que Camp Rock 2 não será só mais um filme clichê.
Jasmine Richards

 As cenas musicais estão incríveis! 
                                                                   Brand New Day
Brand New Day  já mostra que o elenco está bem preparado, em questão de dança, e que os cenários estão muito mais bonitos do que o do primeiro filme.
                                                                     Can't Back Down
Can’t Back Down é uma das músicas/cenas que o espectador quer rever assim que ela acaba. Introducing Me mostra que o Jonas mais novo, Nick, é o único com talento para filmes. A cena de Nate(Nick) e Dana Turner(Chloe Bridges) é tão carinhosa, fofa e engraçada!
Wouldn't Change a Thing
Wouldn’t Change a Thing tem uma mistura muito gostosa das vozes de Demi Lovato e Joe Jonas. Felizmente, Demi, com seu vocal muito mais potente do que o de Joe, consegue dominar a música. E, dentre outras, é NESSA cena, em que fica claro que Joe Jonas não tem um pingo de vocação para ser ator. O rapaz não consegue transmitir emoção alguma, fica com a mesma expressão quase o tempo todo, enquanto Demi Lovato consegue mostrar a tristeza de sua personagem, por causa da briga que acontece antes da música. Ou Joe Jonas fez uma plástica que não o permite demonstrar emoções ou ele tem essa cara de idiota mesmo!
 E como outra prova de que a Disney está evoluindo em alguns aspectos, no Jam final “Camp Rock X Camp star”, o cenário está bem mais trabalhado, uma vez que o show será transmitido em rede nacional. O Camp Rock perde para o Camp Star, demonstrando que não importa quanto talento você tem, quem tem mais dinheiro é que vence. Isso demonstra um amadurecimento ENORME  na Disney, pois o Camp Star tinha uma produção muito boa e Axel pagou para todos votarem em seu Acampamento. O Camp Rock vencer seria no mínimo uma contradição ridícula.
This is our song

 E, para o grande final, uma música divertida e agradável. This is our song fecha o filme perfeitamente, enquanto vários campistas do Camp Star pedem vaga no Camp Rock. Afinal, ainda é a Disney e ainda é um acampamento. E o que se procura em um acampamento? DIVERSÃO! Algo que o Camp Star não conseguiria providenciar nem se quisesse. Por que? Porque nem todo dinheiro do mundo pode comprar momentos tão simples e divertidos, como a guerra de pistolas de água que acontece no Camp Rock, no meio do filme.

 Um grande erro do filme foi deixar Peggy (Jasmine Richards) como coadjuvante e sem ter nem um solo sequer. Tendo vencido a Jam Final do primeiro filme, era de se esperar que a atriz tivesse mais destaque no segundo filme. Infelizmente, os roteiristas não tem lógica pra tanto!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Um erro da Disney


 Antes de tudo, eu quero dizer que adoro os filmes bobinhos da Disney e que, se for para ela fazer outros desse filme que eu falarei hoje, eu não perderei mais meu tempo vendo. A grande Disney tem muito mais a ganhar fazendo esses romances bobos, do que tentando investir em histórias que ela ACHA que são mais complexas, mas ainda assim, para um público jovem.


 O filme “Aprendiz de feiticeiro” encanta qualquer um com o seu trailer, mas o filme em si deixou muito a desejar.
 Durante o filme, tive a impressão de que economizaram em alguns efeitos especiais, que acabaram me lembrando os efeitos toscos da série “Os feiticeiros de Waverly Place”, enquanto outras vezes, os efeitos impressionavam. Se há algo de bom nesse filme, são os momentos em que capricharam nos efeitos especiais!
 A história não prende o telespectador. O roteiro acabou ficando infantil em muitas partes, e em outras intelectual até demais.
 Magia ser comparada ou até usada com o auxílio da ciência não é nenhuma novidade, a novidade é ela ter sido tão mal usada em um filme de uma das maiores realizadoras de “sonhos”.
 Nicolas Cage nunca me decepcionou tanto em um filme. Seu personagem não faz nada de especial, embora tenha que treinar Dave Stutler, um rapaz que pode até vir a ser um ator bom, mas que nesse filme me pareceu mais perdido do que cego em tiroteio.
 E se você ainda tinha esperanças de que ao menos o casal principal salvasse o filme, sinto informar mas, Jay Baruchel e Teresa Palmer não tem química alguma. Em compensação, Teresa tem uma ótima atuação, e eu espero que ela saia dos estúdios Disney e cresça na carreira de atriz!
 E os vilões do filme então, nem sei o que falar. Morganianos?! Cruela Devil metia muito mais medo do que Drake  Stone ou Morgana Le Fay (que teve um fim tão ridículo que eu nem ao menos da para entender o porquê de Balthazar a temer tanto, uma vez que ela é facilmente vencida).
 Realmente, não recomendo. É preferível assistir “Os feiticeiros de Waverly Place: O filme” do que “Aprendiz de feiticeiro”.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os mortos-vivos estão de volta em The walking dead.

 Oi gente tudo bem?
 Sim, eu ainda estou vivo. Só estava precisando pensar sobre o que escrever =)
 Finalmente tomei vergonha na cara e assisti o episódio 1 da série The Walking dead, que eu baixei dia 28 ou 29 de outubro. Ok, eu demorei bastante, mas acontece que eu estava tirando o atraso com outras séries. E agora que já estou mais calmo com séries, decidi ver o tão esperado episódio hehe.


 É impressionante como alguns temas nunca saem totalmente de moda. E após os últimos dois anos, onde criaturas místicas foram ridicularizadas, The Walking dead trás, para os fãs de zumbis, uma série de arrepiar.
 O motivo de os Zumbis estarem de repente no mundo não é explicado em nenhum momento durante a primeira temporada (que tem seis episódios). Possivelmente, os escritores devem estar procurando algo um pouco menos Umbrella Corporation, ou o inferno que lotou e aí os mortos decidiram ocupar a Terra.
 The Walking Dead, assim como TUDO que já vimos sobre Zumbis, tem pessoas que lutam pela sobrevivência, em um mundo infestado de seres que querem se alimentar delas. O que diferencia TWD de qualquer outra? É que não vemos só um pequeno grupo tentando sobreviver. Rick, o personagem principal, é salvo por um homem e seu filho, e após deixá-los, encontra dois grupos de sobreviventes diferentes. Ou seja, a série mostra que não são só os sobreviventes que estão com Rick que podem ser a esperança do mundo, ou então que estão lutando contra os Zumbis.
 Embora TWD tenha como tema “zumbis” a série vai muito além disso. O relacionamento entre os sobreviventes é tenso. Não é fácil conviver com pessoas diferentes de você, que acham que podem controlar alguém, ou cheias de preconceito. Enquanto alguns do grupo lutam para ficar unidos, e proteger uns aos outros, outros se mostram egoístas e mimados, pensando somente em proteger a si mesmo.
 Com o tempo, a convivência vai tornando as coisas um tanto mais perigosas e, por terem somente aquele pequeno grupo para conversar, os laços afetivos entre alguns se tornam mais fortes. E numa jogada de mestre, para abalar os personagens, no quarto episódio, o acampamento sofre um ataque de Zumbis, e vários personagens morrem, dentre eles Amy, a mulher mais frágil do grupo.  
  Para finalizar a série, os roteiristas mostram algo que está óbvio em TUDO relacionado a Zumbis: Não existe lugar seguro! E mesmo que a ciência tente, vai ser MUITO difícil vencer os zumbis.
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 A série é ótima, e estou louco para a segunda temporada! Só espero que eles façam algo um pouco mais verossímil, afinal quando o tempo fechou RAPIDAMENTE eu comecei a rir! Afinal, foi muito conveniente para fazer com que Rick e Gleen corressem perigo.
 A série pode não preencher os hiatos das outras, mas preenche bastante a falta de histórias boas sobre monstros de verdade!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

E o amor acontece!

Oi gente, tudo bem?
 Hoje vou postar uma crítica sobre um dos gêneros que vem me conquistando atualmente. O ROMANCE!
 E não falo dos romances bestas, mas sim daqueles que retratam, de uma foma mais acreditável, como o casal se conhece, como começa a namorar, o que passam, etc. 

                                                                     Burke e Eloise
                                      
 Os romances de hoje em dia não giram mais em torno de um casal patético do colegial, uma garota ou um garoto que quer separá-los e seus amigos defensores dos fracos e oprimidos.
 Uma das várias provas de que o romance evoluiu, é “O amor acontece”. A história do filme conta que Burke Ryan (Aaron  Eckhart) escreveu um livro para ensinar as pessoas a lidar com perdas de entes queridos. Entitulado “A-okay”, o livro deve ensinar as pessoas que apesar de tudo, a vida continua. E em um de seus seminários ele conhece Eloise, uma mulher que sempre se decepciona com os homens, e os dois vão viver sim uma história de amor, mas antes disso, Burke precisa superar a morte da esposa, afinal ele não fez nada para honrar a memória dela.
 O personagem de Aaron é sem dúvida, um dos que mais se aproxima da realidade. Muitos de nós conseguimos ajudar os outros com seus problemas, mas quando somos nós que os enfrentamos, a coisa muda de ângulo. É delicioso para o espectador poder se identificar com o personagem principal. Burke cometeu e ainda comete alguns erros, o seu começo com Eloise é sem dúvida algo bem cômico, mas com o tempo os dois vão se conhecendo melhor. Mesmo sendo Burke o personagem central da história, Eloise é a que mais encanta o público. Interpretada pela incrível Jennifer Aniston, a mulher que é traída por um músico, encontra nas flores um modo de fugir dos problemas. E, quando finalmente passa a se entender com Burke, e tenta ajudá-lo, ela percebe que não tem que fazer tudo sozinha, e que procurar jeitos para se magoar, para poder fugir de algo real, não é a melhor solução.
 O melhor do filme todo é o fim. Não ficou algo forçado. Não faz com que o telespectador acredite em finais felizes. Apenas faz com que a pessoa se emocione, e , se parar para pensar no que aconteceria depois, a pessoa saberia que aqueles levariam uma vida muito parecida com as suas.
 O filme trás lágrimas, divertimentos e lições tanto morais, quanto de ajuda. Nem sempre as coisas são como queríamos que fossem. As vezes perdemos pessoas que amamos antes da hora. Mas isso não é motivo, para que você se prenda em um quarto e não saia de lá nunca mais.


Download : http://www.megaupload.com/?d=RW3I9F0A
Créditos   : http://yesfilmes.org/

sábado, 27 de novembro de 2010

Golpes de mestre

Oii Gente tudo bem?
 Pois é, esse fim de ano está bem desanimador, por conseqüência disso, eu alugo filmes \o/ E estou com três para fazer crítica.
 Não tenho muito o que falar aqui, então, é hora de mostrar o que eu achei do filme:



 A história do filme é baseada em fatos reais. E em certas partes do filme é impressionante ver que as maiores picaretagens acabam dando certo. Ou o Estados Unidos não tem mais câmeras nos estabelecimentos, ou ficaram muito burros.
 Steven é um homem que vivia um relacionamento de fachada com Deb, até sofrer um grave acidente, após um encontro com um amante, e decidir se aceitar totalmente. Steven conta para a mulher que é gay, e passa a namorar homens. Para sustentar toda ganância, Steven começa a dar golpes, para pagar suas roupas, presentes do namorado etc, até que é preso, conhece outro homem, vivem um intenso amor e o filme caminha lentamente, até que Steven dá um golpe de mestre, fingindo ser aidético e encenando a própria morte, e tenta tirar seu parceiro Phillip da cadeia. Nessa tentativa, ele perde o caso, e ainda é preso, sendo condenado à prisão perpétua.
 A história é boa, envolvente entre outras coisas, MAS fica muito entediante em certos momentos. É cansativo ver Steven sempre querer se dar bem. Mas a história de amor dos dois é envolvente, e tanto Jim Carrey quanto Ewan McGregor dão um show de interpretação. Jim, que já tinha dado um banho de atuação em outros gêneros, encanta com sua performance de um gay evolucionista. Ao seu lado, Ewan, protagonizando também seu primeiro papel de homossexual, ele atua incrivelmente como o doce e muitas vezes ingênuo Phillip. Phillip é a parte mais humana da história, e que tenta fazer com que seu companheiro não se meta em confusões. E por mais que uma hora, Phillip acabe abandonando Steven, ele ainda o ama, e isso se reflete na cena em que os dois se reencontram após a suposta morte.
  Agora, em relação ao tempo do filme, eu ainda não entendo por que eles começam a misturar o presente com o passado, do nada. O fim do namoro de Steven com Jimmy só foi explicado quase no fim do filme. E em nenhum momento das cenas do namoro, temos um indício sequer de que Jimmy tem AIDS.Eu sei que ja reclamei de algo parecido em algum dos posts anteriores, mas acho que os roteiristas, por conhecerem a história bem demais, escrevem coisas que para eles fazem totalmente sentido, mas para o espectador fica um enorme ponto de interrogação.
 O melhor desse filme é, sem dúvida, a homossexualidade sendo mostrada de forma normal. As pessoas cada vez mais estão entendendo que aquilo que elas acreditaram ser a homossexualidade por tanto tempo, não é verdade. É comum, está aí e o mundo debate sobre ela. Todos os filmes sobre o assunto defendem, ainda que indiretamente, a liberdade para o amor, de todos os sexos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Um grande filme com pouca verba!

 Oi gente, tudo bem?
 Então, para o Blog não ficar muito tempo parado, decidi fazer a crítica do filme que me traumatizou e que me fez ficar sem dormir no dia em que assisti. Segundo várias pessoas, o filme é fraco, sem graça e até jogos mortais da mais medo que aquilo. Eu discordo! Leiam minha crítica e descubram o por quê.


 Atividade paranormal teve sua estréia muito tumultuada no fim do ano passado. O marketing do filme foi realmente forte, já que para mostrarem que o filme valia a pena, os produtores chamavam as pessoas para assisti-lo e gravavam suas reações. Embora o filme não tenha efeitos especiais ótimos e muito sangue, Atividade paranormal tirou o sono de várias pessoas.
 
“Sinopse: Desde criança Katie (Katie Featherston) ouve ruídos estranhos, sussurros e sente sensações inesperadas. Já adulta, ela mora com seu namorado Micah (Micah Sloat), que meio cético quanto aos depoimentos resolve usar uma câmera para gravar tudo o que acontece enquanto eles dormem e vivem dentro da casa. E o que era para ser apenas uma forma de esclarecer o mistério, torna-se uma experiência intrigante e assustadora.”

 O filme vai girar em torno da vida do casal na casa. Micah deixa a câmera gravando o quarto enquanto o casal dorme, e no início, as “assombrações” são simples. A porta do quarto fecha e abre, ou uma sombra passa pela porta, coisas do tipo. Mas a assombração fica mais forte quando Katie e Micah tentam descobrir como se livrarem dela.
 A base do filme é um terror psicológico. Você não sabe o que vai acontecer, não sabe quando vai acontecer e não tem algo físico que está provocando isso. O filme mexe muito com a imaginação do espectador. E isso entedia algumas pessoas, por que o terror do século XXI está baseado em sangue, mutilações, assassinos em série entre outras coisas que Hollywood nos empurra a todo momento. E esse terror assusta por que você vê o que “acontece” da visão mais privilegiada! Filmes como “Jogos mortais”, “Pânico na floresta 3” ou até mesmo o “ Premonição 4” estão fazendo as pessoas se borrarem de medo justamente por que tem isso! MORTES A VISTA DA PESSOA. E Atividade Paranormal vêm para mostrar que terror não é só um louco esfaqueando ou criando jogos para matar as pessoas! Terror pode envolver poucas pessoas, pode não ter o que causa medo a vista, e ainda assim fazer a pessoa ficar a todo momento do filme desesperada.
 Eu sou um grande fã de filmes de terror, e esse com certeza me animou (mesmo que agora eu esteja fazendo uma campanha “Raul sem terror”). Eu SUPER indico o filme, mas para assisti-lo, indico que as janelas não estejam fechadas, uma boa companhia para ver o filme, e que tente não se impressionar tanto  com o filme.

 É isso gente, não foi grande coisa mas enquanto eu não conseguir ir ao cinema, e enquanto não tiver tempo de ver os filmes que baixei, vou fazer críticas singelas sobre filmes que já vi esse ano.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Está para terminar, mas em nossos corações sempre irá ficar!

 
Oi gente, tudo bem?
Voltei a algumas horas da estréia de Harry Potter e devo dizer que estou impressionado. O filme fez com que eu esquecesse a cagada que foi o “Enigma do Príncipe”. Além disso, a estréia nessa minha cidade (Viva o interior) mostrou-se bem mais animada do que a do ano passado! Fãs brincando, conversando, se divertindo e interagindo uns com os outros. Hoje, a idade, a religião e tantas outras coisas não fizeram diferença. Todos estavam unidos para o começo do fim! E, se em uma cidade tão pacata, as coisas foram tão divertidas, fico imaginando nas cidades grandes, a loucura que foi *-*
 Confiram abaixo a minha crítica sobre o filme, e se quiserem, comentem sobre a estréia ou pré estréia que vocês participaram.

 Hoje o primeiro filme que irá fechar a saga “Harry Potter” foi lançado nos cinemas.
 Em sua primeira parte, Harry está fugindo de Voldemort, em busca das horcrux e principalmente, enfrentando seu destino.
 David Yates de longe é o melhor diretor da série. Com cenas de emocionar, e os momentos de ação tão intensos, o filme Harry Potter não faz com que o telespectador desgrude os olhos da tela. Mas como nada é perfeito, preciso deixar meu comentário desgostoso sobre como Harry vê o que acontece com Voldemort. Yates parece não entender a diferença entre um sonho e uma “realidade”. Em quase todos os momentos que precisamos saber o que acontece com Voldemort, Harry está dormindo. A exceção a esse acontecimento não muda muito a essência da cena, pois mesmo acordado, Harry vê várias outras coisas antes de dividir sua mente com Voldemort.
O roteiro mostra-se falho em poucas coisas, que deixam a história um pouco confusa, para quem não leu os livros.  
 A atuação do trio está incrível. Se você achou que Emma Watson deu o seu melhor em Enigma do Príncipe, prepare-se: ela está finalmente dando vida a verdadeira Hermione. E com que classe! A garota que atuava com a sombrancelha enfim evoluiu, e usa seu corpo – literalmente – para demonstrar que cresceu como atriz. Emma tem vários momentos bons durante o filme, mas selecionei três que me fizeram crer que a garota finalmente entendeu “o que é ser Hermione”. Na cena em que Rony vai embora, vemos Hermione totalmente arrasada, tentando fazer Rony voltar a si. Ela corre atrás do amigo, e na cena seguinte, a vemos chorar – e não fazer cara de choro, como fez em “A pedra filosofal”. A segunda cena, é no retorno de Rony. A raiva da Hermione dos livros está mil vezes melhor na Hermione dos cinemas. A cena provoca a raiva, a felicidade e as risadas do público, enquanto Hermione está batendo no amigo. E por último, a cena na casa dos Malfoy! Ao invés de torturá-la, o roteirista teve a brilhante idéia de marcar o braço de Hermione com a palavra “sangue-ruim”, escrita em fogo, e durante a marcação, os gritos de Hermione arrepiam até os pelos da nuca! Emma pode não ganhar o Oscar, mas ganhará o respeito e admiração de quem ainda não tinha.
 Rupert é outro que sempre que você acha que sua atuação estagnou, ele impressiona. A cena da briga de Harry e Rony vale a pena somente pela atuação do rapaz. Ele supera Radcliff muitas vezes, fazendo de Rony novamente um personagem para tirar aqueles “Oh” e “Não acredito” quando o rapaz abandona os amigos. E quando volta, agita os telespectadores, mas é apagado pela brilhante performance de Daniel e Emma como “Hermione-Riddle” e “Harry-Riddle”. A cena machuca não só machuca Rony, mas deixa a duvida na cabeça dos fãs que só acompanham os filmes. Mas, após a sua volta, Rony perde seu brilho. E todas as atenções voltam para Emma.
 Daniel é o mais apagado dos três. As únicas cenas dele marcantes são:  a cena em que ele chora, vendo o túmulo de seus pais e a cena em que ele, como o “Harry-Riddle” desdenha de Rony, e beija Hermione. No resto do tempo sua atuação está boa, mas longe de ser o mais brilhante.
 O filme que parecia ser o mais fiel a saga de livros, não é na realidade tão fiel. Algumas coisas importantes foram cortadas ou substituídas por algo mais simples. A pior idéia de Steve Kloves foi, com certeza, a resolução tirada da cartola para resolver o mistério da espada de Gryffindor.  Ao invés de utilizar um pouco mais da história do livro, eles simplesmente cortaram as idas do diretor Black ao seu outro quadro no largo grimmauld, que Hermione colocou na bolsinha de contas, e colocaram uma idéia saída do NADA para Hermione. Tudo bem que a garota é um gênio mas, daí a descobrir sobre o veneno de basilísco na espada sozinha... foi um erro ridículo.
 Embora o filme não tenha seguido exatamente o que está no livro, vemos a idéia transmitida na telona. E as cenas adicionadas a trama, que geralmente desagradam aos fãs (vide aquele ataque de Belatriz e  Greybeck n’a Toca em Harry Potter e o Enigma do príncipe), dessa vez só irá agradar. Ver Dobby aparecer um pouco mais, a tentativa de Harry de animar Hermione, dançando com a amiga, a cena de Hermione apagando a memória dos seus pais logo no início do filme, entre outras coisas, só fazem o filme ficar ainda mais encantador!
 Se esse filme não agradar os fãs, eu realmente não sei o que irá. A mistura entre a fidelidade com os livros, as adaptações e as inovações está incrível! David realmente se superou, e o final deixa o fã com gostinho de quero mais. E TEREMOS MAIS!  Mas só daqui a seis/sete meses.
 Não pisquem Pottermaníacos, esses meses passarão rápido demais. Aproveitem pois, a partir de agora, começa a contagem regressiva para Harry Potter e as relíquias da morte parte 2!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

A fama não é para todos

 Oi Gente, tudo bem?
  Então, hoje eu aluguei o filme Fama (a pedido do meu amigo João). Eu esperava ver mais uma histórinha água com açucar, mas me enganei completamente. Leiam a crítica, e saberão o por quê.



 O filme fama nos trás a história de várias pessoas que passam no teste para uma escola de artes. E é uma verdadeira lição para todos que, assim como eu, sonham ou sonharam em ser artistas.
 A escola, como uma professora diz, não está lá para lhes dar fama. Está lá para cultivar seu talento, fazer com que eles progridam, e ensiná-los a ter disciplina.
 Nesse filme, não temos uma garota deslocada que irá salvar o colégio. Também não temos o garoto bonito que faz com que todas as alunas se apaixonem por ele. Nada de idealização ou clichê, mas sim, personagens reais.
 E nem todos são amiguinhos, mas nenhum é inimigo. As histórias se entrelaçam mas não envolvem todos ao mesmo tempo. Denise entra para o colégio para se aprofundar ainda mais em música clássica, só que seu amigo Malik a convence, no decorrer do filme, a cantar. E a garota tem uma voz arrebatadora. Essa, a meu ver, é a segunda melhor mensagem do filme: Tente coisas novas. Você pode ser ótimo em algo, mas não faz nem idéia disso.
 Também conhecemos no filme, Joy. Ela é uma artista talentosa, e adora a escola. Durante o filme, ela consegue um papel em “A vila sésamo” e, quando não consegue mais conciliar escola e trabalho, ela abandona a escola. A princípio, pode até parecer errado para quem assiste, mas Joy atingiu o objetivo da escola: Aumentou seu talento e se transformou em uma estrela, e quando isso acontece, a escola põe o aluno no mercado de trabalho.
 Kevin, pelo contrário não consegue atingir o seu máximo. Ele quer ser um bailarino profissional, e é um ótimo dançarino. Mas como o mundo das artes não tem espaço para que todas as estrelas brilhem em companhias famosas, Kevin acaba não conseguindo alcançar o seu sonho. Por um momento de tristeza ele até tenta se matar, MAS aí vem a maior lição de todas: Seu sonho não se realizou do jeito que você queria? Então faça com que o jeito que ele se realizou valha a pena. Kevin será professor de dança na academia de sua mãe, e isso não é uma derrota.
 Jenny é a personagem esforçada mas se preocupa tanto em não ser boa o suficiente, que acaba sendo meio sem sal. A atriz é ótima, mas praticamente todas as cenas em que Jenny aparece, eu me desligava do filme. Jenny não é uma personagem que aprende alguma lição, não é uma personagem incrível naquilo que faz. É mediana, e tenta melhorar. Essa é a lição que tiramos dessa personagem; persistência.
 De todos, Marco é o personagem mais idealizado. Tem uma ótima voz e é um ótimo ator. De todos ali, é o único que não tem nenhum conflito que gire em torno de seu sonho. Seu maior conflito é o ciúmes que sente de Jenny ao vê-la com Andy.
 Seus outros personagens tem tramas bem pouco interessantes. A que mais prometia para mim era a de Malik. Mas ele enfrenta a mãe e acabou. Então a trama dele gira em torno da de Denise, e fim.
 O mais importante em “Fama” é que até alguns figurantes tem sua vez. O filme não gira em torno de um grupinho, mas abrange toda a escola.
 As músicas de Fama não são do tipo que você fica na cabeça, mas ainda assim são incríveis. Destaque para as cenas de Denise, quando finalmente decide tentar algo diferente, e canta uma linda musica, enquanto toca piano, e a música cantada no refeitório, onde participam muitas pessoas que só vemos naquele momento.
 “Fama” não é uma fábrica de sonhos. “Fama” é aonde os sonhos se realizam, mesmo que não seja da forma que você espera.

sábado, 13 de novembro de 2010

Eu precisava de óculos escuros!

 
Começo esse post, dizendo: SUCESSO NÃO É SINÔNIMO DE QUALIDADE.
 Por que estou dizendo isso?
Por que hoje irei falar da série Crepúsculo, que esse ano nos torturou apresentou sua terceira adaptação para os cinemas, com sua continuação “Eclipse”.



                                                        (o photoshop aqui está pesaaaado)

 Bem, o que eu posso falar? Para começar, o título do filme faz tanto sentido quanto seus antecessores. Não tem nenhum ecplise durante o filme todo – assim como lua nova não tem nenhuma lua nova, e se Crepúsculo tiver algum crepúsculo,  deixem um comentário ai embaixo , dizendo em que parte acontece, por que eu não vou passar pela tortura de ver aquele lixo outra vez – mas isso já era de se esperar, já que ter algum sentido, não é uma característica fundamental .
Uma característica do filme é passar alguns valores que seriam interessantes, se logo depois não fossem contraditos. Edward pede Bella em casamento, mas ela não quer se comprometer com ele tão cedo, pois hoje em dia, duas pessoas que saíram da adolescência a tão pouco tempo casarem é, como a própria personagem diz, um modo de dizer “estou grávida”. Seria ótimo essa mensagem, por que assim, adolescentes não iriam ceder a pedidos de casamento tão cedo, iriam atrás de suas carreiras, de construir uma vida, antes de terem filhos ou se casarem. Mas, como a série é um enorme clichê de romance totalmente ultrapassado, Bella acaba por aceitar o casamento.
 E por que Edward insiste tanto no casamento? Por dois motivos.
 1º Ele precisa ter certeza de que Bella não o trocará por Jacob. Tendo a garota sob seu controle, ele poderá impor mais regras do que já impõe, e Bella, como uma ótima cachorrinha, obedece.
 2º Após o casamento, Edward irá transformar Bella em “vampira”. Esse é mais um modo de Edward estar no controle, já que ele é o poderoso, e Bella é a mulher fraca, que só terá o que quiser, se ceder.
  Bella não tem nenhum traço marcante, e é praticamente uma personagem neutra – e ainda assim   a história gira em torno dela – e por isso , Kristen Stewart não tem nenhum problema em interpreta-la. Kristen, do começo ao fim não passa emoção nenhuma, não tem química com quase nenhum parceiro de cena. A única exceção é a atriz que interpreta sua mãe, Reneé, onde vemos um pouco de relação de mãe e filha, que é uma cena que vale a pena do filme.
 Pattison melhorou em sua atuação. Não está digna do oscar nem  nada, mas agora, a cara de dor que ele nos mostra, está mais para quem está tendo uma diarreia, do que alguém que está fazendo cocô. Além da falta de expressão, Edward, até onde eu percebi, não está mais brilhando no sol. O motivo eu não sei, vai ver que a verba do filme não estava tão alta.  Acho que investiram quase tudo em maquiagem de terceira categoria substituindoadequintadosdoisprimeirosfilmes e nos efeitos ridículos da cena de luta, e esqueceram de jogar a purpurina no pobre mutante... quero dizer, vampiro.
 Para compensar a falta de atuação do elenco principal, os amigos de Bella (ao lado) são incríveis. É uma cena gostosa de ser assistida, ver os personagens vivendo momentos que os adolescentes vivem quando estão prestes a se formar. E é meio cômica essa cena, pois vemos a personagem Jéssica não querendo clichês em seu discurso. Não ter clichê nessa série, é algo quase impossível, mas que acontece ao menos uma vez. O Discurso de Jessica é ótimo.
  Após a conversa sobre o discurso, Alice e Jasper sentam-se a mesa, e, a família que não queria se enturmar, irá dar uma festa. E PIOR, Jasper, o estudante com mais cara de bosta do filme todo, faz uma piada. Desde quando aquele personagem que está sempre se segurando para não devorar cada pessoa ao seu redor  - isso é só a idéia que o primeiro filme trás, por que a atuação do rapaz não demonstra isso nunca – começou a brincar? Mais uma contradição, só que dessa vez, de quem roteirizou o filme.
 Contrapondo as atuações ruins de seus colegas, Taylor Lautner,  tem uma boa performance. O  rapaz parou de atuar tanto com seu tanquinho, e demonstrou ter o mesmo talento dos tempos de Sharkboy, mas todo seu talento vai ralo a baixo, quando ele tem que tentar mostar que está afim de Bella.
 E falando de atuações superiores ao casal principal, não posso deixar de falar da atuação de Julia Jones, como Leah Cleawather. Ela aparece muito pouco, mas consegue passar o mesmo que a Leah dos livros passa.  Leah pode chegar a dar raiva nos fãs, mas para uma pessoa totalmente contra a saga como eu, ela é incrível. A garota não acredita no amor, após o namorado a trocar pela prima por causa de seu "imprint". E, para se vingar, ao se tornar a unica loba da história toda, Leah decide infernizar seu bando.
 O filme gira em torno de um triângulo amoroso, o perigo que Victória é e a volta dos Volturi.  E aqui vamos ter mais um problema. Por falta de química, o triângulo é cansativo, e só agrada garotas ingênuas. Victória  e sua gangue demonstram ser tão eficazes quanto um prego martelando um martelo. E  os Volturi demoram DEMAIS para agir contra os recém-criados. O que mostra mais uma contradição, pois a família de vampiros italiana, ao ter algo que arrisca a exposição de sua existência, deveria agir imediatamente. Ainda mais depois de tantos recém-criados surgirem.
 A família de Edward novamente está ali  para aparecer na foto. Tirando Alice e Jasper, os outros estão quase que totalmente como figurantes, mostrando como a série não sabe aproveitar uma das personagens boas que tem na família; Rosalie. A loira conta a história de quando ainda era humana, e é mais um momento que vale a pena no filme. Eu estou contando, e até agora temos três.
 A cena da batalha chega a ser ridícula. Não sei quanto investiram nos efeitos, mas precisava de muito mais. Onde está o sangue? Por que o corpo deles parecem feitos de gesso, quando estão destroçados? E por que eles não estão se refazendo? Se tem algo que vale a pena nessa luta, é a atriz que faz Bree Turner. Ela foge a luta toda, e então, quando parece que irá ter uma participação boa, morre na mão dos Volturi.  Apropósito, eles finalmente decidiram agir, mas tarde demais. Pontualidade não parece ser algo que os personagens dessa série apreciam.
 Agora vamos para a cena a mais pérola do filme.  O QUE FOI AQUELA MORTE DA VICTÓRIA? Você sabe que aquilo não é real, mas se fosse feito do jeito certo, poderia dar a impressão que é. O Edward rasga um pouco do pescoço dela, e ela cai no chão E A CABEÇA SAI DO CORPO! CARA, A CABEÇA SAI DO CORPO! Me corrijam se eu estiver errado, mas os vampiros de Crepúsculo podem se refazer, se estiverem em pedaços não é? E por que isso não aconteceu? Fora que chega a ser ridículo a falta de técnica cinematográfica nessa cena, pois os olhos da cabeça decepada de Victória variam. Às vezes fechados, às vezes abertos.
 Mas calma, que a pérola vem agora: Edward, após dar uma mordidinha no pescoço de Victória e matá-la(Quem precisa de estacas quando se tem dentes?), acende um isqueiro, joga-o no corpo da mulher E ELA PEGA FOGO INSTANTANEAMENTE! 


Isso é jogar na cara dos fãs que eles são burros! Que eles aceitam qualquer coisa que a produtora impor. Por que todos sabemos que não é só tacar fogo em algo e pronto, teremos uma fogueira enorme.
 O filme Eclipse consegue superar o seus antecessores na incapacidade da maioria dos atores, em seus efeitos dignos da novela Mutantes e de seus erros perceptíveis a qualquer olho crítico. E o pior, é que existem pessoas que acham que é o melhor filme de 2010 e que nada vai superar essa bola gigantesca de cagadas.
 A parte boa, é que só falta a adaptação do ultimo livro dessa série, e aí acaba. A parte ruim, é que o filme será dividido em duas partes por que quiseramcopiarHarryPotter  segundo a produtora, eles querem finalizar a história, fazendo uma adaptação mais fiel possível ao livro.
 Pois é, Eclipse é de doer os olhos e fazer um telespectador inteligente morrer de rir. Se a adaptação de Eclipse, o menos ruim da saga, já foi a piada do ano, Amanhecer, o livro que mais parece uma fanfic ruim, como Ledo Engano, vai ser a comédia do século, capaz de superar o filme que está satirizando a série. Deixo aqui minha dica, se é que alguém ainda não viu:Os vampiros que se mordam!


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O Fim está próximo!

O.O
Não, o blog não está acabando. Nem o mundo. 2012 ainda está um pouco longe xD.  
 O título faz referência ao começo do fim,de uma saga incrível. Semana que vem, vários  fãs estarão assistindo o filme MAIS ESPERADO DE 2010.

issomesmoharrypotterenãoeclipse,engulamessatwilighters.

 
Desde o lançamento do livro, em inglês, no dia 21 de junho de 2007, temos ouvido falar muito sobre Relíquias da morte.  Um livro que contrariou muitos fãs, e que não supriu as expectativas de todos. Mas, pôs fim a uma das franquias de maior sucesso, e a uma saga que encantou crianças, adolescentes e adultos.
  E, a meia noite do dia 19 de novembro, milhões de fãs no mundo todo estarão curtindo a pré estréia do filme *-*
 E, enquanto a estréia de Harry Potter 7 não chega, farei uma crítica ao sexto Filme da saga.

O amor está no ar... mas e o resto?
 Harry Potter e as relíquias da morte, Parte 1 e 2, correm o risco de não fecharem bem a saga, graças ao filme Harry Potter e o enigma do príncipe, que deixou muitas lacunas.
 Por que?
 Por que o roteiro ficou totalmente desconexo.
 Parece que Steve Kloves, o roteirista, pensou em competir com o “amor” que a série Crepúsculo trás como seu ÚNICO enredo. Diferente do livro, Harry começa já paquerando uma garçonete. Isso não acrescenta em nada na história. E só será um dos vários momentos em que o amor está no ar. Fazendo dos temas centrais do livro, que são as aulas que Harry tem com Dumbledore, para conhecer o passado de Voldemort, quem é o príncipe mestiço e a missão de Draco Malfoy, coisas totalmente aleatórias, o filme não agradou aos fãs que acompanham Harry Potter além dos filmes. Cloves estava muito mais preocupado em mostrar os hormônios em ação, do que fazer com que o telespectador entenda o perigo que Voldemort era desde pequeno, o horror que Voldemort tem a morte, e coisas bem pequenas naquele momento, mas que se tornarão grandes em “As Relíquias da morte”.
 Além do romance, temos muitas piadas ao decorrer do filme. Se as piadas não fossem tão exageradas em algumas situações – como Hermione bêbada após beber cerveja amanteigada, que não contém álcool – seria muito bom, para balancear o filme, que no fim estará em muita tensão.
 Então temos as cenas adicionais. E eu pergunto: POR QUE? Aquela cena de Belatriz e Greyback na toca não tem razão de existir. Foi uma cena de ação, só para tentar animar um pouco o filme, mas não era necessário. Toda a ação necessária, está lá no final.
 Quando Harry e Dumbledore chegam a caverna, meu coração acelera pois finalmente a cena fica quase idêntica ao que é descrito no livro. E então, chega a parte em que todos estamos esperando e... quem aqui não xingou David Yates e todos os envolvidos no filme ao ver que o Harry do livro se esconde embaixo da escada, vê Dumbledore sendo morto, e não reage instintivamente? Só depois que Harry vai agir, mas isso já destrói o personagem por completo. Mas, levando em conta que ele no quarto filme chorou e se agarrou ao corpo do Edw... Cedrico, então não posso dizer que o Harry dos filmes é um grande herói. Mas ao que tudo indica, isso vai mudar em “As Relíquias da morte”.
 Agora, só para acabar com a desgraça que foi Enigma do príncipe, o filme acaba com Hermione, Harry e Rony na torre de Astronomia. Em um momento eles conversam sobre irem atrás das Horcrux, e logo em seguida, Hermione diz que Rony está aceitando melhor a idéia de Harry e Gina namorarem – algo que nem teria como Rony saber, já que o beijo épico do livro, virou um selinho ridículo na sala precisa.
 Uma das poucas coisas que dá para considerar nesse filme é que, mesmo que o roteiro esteja fraco, todos os atores estão melhor do que nunca. Destaque para Daniel na cena da Felix Felicis, onde jurava que ele iria dar vexame, mas pelo contrário, ele arrazou.
 Pois é, 2009 não foi um ano muito bom para nós, pottermaníacos, mas nossas esperanças estão de volta nesse novo filme. Então, como disse Frini Georgakopolous, da Rádio Patrono, “Levantem a bandeira Harry Potter novamente, pois Harry não morreu...ainda!”.
 Tirem seus Cosplayers do armário, preparem-se para novas emoções e façam dessa estréia, inesquecível, afinal, essa pode ser sua última chance.
 

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Buscando o fim do preconceito!


  As séries que tem como um de seus públicos alvos, os homossexuais, estão em alta. Das ultimas que eu tenho visto, todas estão tratando a homossexualidade do jeito que ela é. O gay ou a lésbica não serve mais de alivio cômico, e sim, de situações do cotidiano.
 Seguindo o mesmo caminho de Ugly Betty e Modern Family, no episódio de ontem (09/11/2010) o seriado musical Glee, teve seu primeiro beijo homossexual entre homens.
 Glee ficou famoso ano passado, mesmo com seus clichês (e acreditem, não são poucos), conquistou o público por suas músicas diversificadas.
 Ryan Murph, o produtor da série, parece que finalmente encontrou algo para dar ritmo à série toda. Ao invés de outra gravidez, parece que veremos mais sobre Bullying.
 No episódio, os participantes do Glee Club descobrem que os seus concorrentes nas sectionals serão a escola Dalton e a equipe do Programa de Educação Contínua do distrito de Warren. E, seguindo a idéia da temporada anterior, Mr Schue decide fazer uma disputa, de meninos versus meninas. O grupo, acaba mandando Kurt ir espionar os garotos da Dalton, e lá ele conhece Blaine (Darren Chris), um garoto gay da escola, e que tentará ajudar Kurt a enfrentar os valentões do Mckinley. Ao mesmo tempo, alguns meninos do Glee Club e Tina, começam a pensar na treinadora Beiste, para afastar seus desejos sexuais, o que causará uma grande confusão.
 O episódio tocou em vários pontos sensíveis, para quem passa por bullying. Muitas pessoas já passaram por bullying escolar, assim como Beiste e Kurt. Este episódio, e os que vierem a seguir, estarão mostrando o mal que ele causa. As pessoas pensam que palavras não machucam, mas elas fazem estragos que muitas vezes é difícil de melhorar. Está sendo importante uma série como essa, que está conseguindo milhões de fãs, passar essa lição de moral. Mas o problema é que, muitas vezes, as pessoas que praticam o Bullying não assistem programas como Glee. Após tantos desastres que ocorreram por causa do Bullying, era de se esperar que muitas outras séries destinadas a adolescentes, tocassem em assuntos sensíveis como esse. Mas o que vende é o romance meloso, e não um drama que acontece constantemente na vida das pessoas.
 Agora, as duas coisas mais importantes do episódio foram:
 1ª – Quase todos que praticaram Bullying, se desculparam. Pode não curar a ferida que causou, mas o pedido de desculpas mostra que o que a pessoa fez, ou como ela agiu, não é o que ela realmente pensa de você. Isso é realmente importante galera, embora possa parecer pouco. Com o pedido de desculpas certo, a galera do Glee Club conseguiu o respeito da treinadora Beiste, e impediu que ela largasse a escola.
 2 ª – Karosfky demonstrou algo que estudos científicos já comprovam. Homofóbicos podem ser gays enrustidos. Por isso tem tanto medo de um gay assumido estar perto dele. Kurt, de algum modo, pareceu mexer com o pequeno coração de pedra do garoto. Aonde essa história irá terminar, eu não sei mas eu particularmente não gostei que o primeiro beijo homossexual de Kurt tenha sido meio brutal, afinal Karosfky o forçou. O que eu espero da série é que Kurt e Blaine, ajudem Karosfky a se aceitar. E até torço para um shipper Karurt (Karosfky + Kurt) para que Kurt possa crescer sentimentalmente. A palavra “Courage”, colada em seu armário, demonstra o quão Kurt é grato por Blaine aparecer em sua vida. Mas, a foto do amigo logo em cima, mostra que Kurt já está gostando do rapaz, e como ele ainda tem uma idéia muito de conto de fadas sobre o amor, ele pode acabar se magoando de novo. Bem, quem sabe?!

Agora, parece que Glee tem o seu tema central da segunda temporada, e que esse tema desenvolva histórias tão boas, quanto a gravidez de Quinn gerou na primeira temporada.
  

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Com sede de vingança

Sinopse:Resgatada de uma adolescência traumática por uma agência secreta dos EUA conhecida apenas por Division, Nikita foi treinada para ser uma espiã e assassina de primeira classe.
Traída pelos que julgava serem seus amigos, a espiã volta após passar 3 anos na clandestinidade à procura de vingança. Continuando o mesmo esquema, a Division serve-se de novos jovens, que vêem suas vidas anteriores serem apagadas de modo a serem usados como assassinos frios e eficientes.
Nikita é o primeiro Remake de 2010 do qual eu não tenho quase nada para reclamar. A série é empolgante, contagiante e contém tudo o que eu gosto de ver. Organização de espiões, uma mulher em busca de vingança, traição dentro da própria organização, e a inteligência humana sendo posta em prática (ainda que de forma brutal).
 A série começa com nikita dizendo que quer vingança. Ótimo, já expôs o objetivo de nossa heroína (?) logo nos primeiros segundos. A cena seguinte, é de um assalto, onde Alex e seu namorado, Ronnie, estão assaltando um local, e uma das vítimas reage. Ronnie mata o homem, e foge, enquanto Alex, em seu desespero, fica e é presa.
 Quando acorda, ela conhece Michael, que lhe explica que a DIVISION, uma associação de espiões, a recrutou. A série confunde um pouco o telespectador justo nessa parte, pois enquanto Michael fala, algumas cenas de Nikita aparecem, o que me levou a crer que Nikita se chamava Alex, quando jovem, e que a cena que eu acabara de ver, era somente o recrutamento de Nikita. Mais para frente, percebi que não era nada disso. Acho que por ser o início da série, os produtores deveriam tomar cuidado para não nos confundir. Mas isso é um erro pequeno, se comparado a excelente série que Nikita será. 
 Agora por que Nikita quer vingança? Bem, a Division tem algumas regras, e Nikita quebrou a regra mais impiedosa de todas: ela se apaixonou por Daniel, apenas um cara comum. E, ao ver que poderiam perder Nikita, a Division matou Daniel, mas fez tudo parecer um acidente. Nikita fugiu, e agora está de volta, e espera sabotar todas as missões da Division.  E ela conta com a ajuda de alguém que acaba de ser recrutada; Alex.
 Ao fim do primeiro episódio, vemos Nikita olhando para a máscara que o suposto namorado de Alex estava usando no dia do assalto. Isso me deixou em dúvida, se Nikita e Alex planejaram matar o rapaz, ou se era Nikita o tempo todo, e Ronnie foi só uma casualidade.
 Diferente de muitos outros seriados, que quando começam, vemos claramente que os atores não estão muito a vontade com seus personagens, os atores de Nikita parecem estar muito bem preparados, e suas atuações são impecáveis.

 Nikita promete ser uma grande série, e provavelmente agradará todos os tipos de gostos. Tem ação, tem romance, tem mulheres lindas no poder. Nikita será uma série que te surpreenderá a cada episódio. Preparem-se pessoal, pois Nikita e Alex estão prontas para desmoralizar uma famosa Companhia de Espiões.